Poxa, 6 meses
sem dar as caras por aqui, mas lhes digo: Tanta coisa aconteceu e ao mesmo
tempo me sinto tão a mesma, sei lá, tem coisas que a gente gira-gira, tonteia e
talvez por falta de coragem ou uma intensa limitação atraca sempre no mesmo
ponto, mas tudo bem, esses mesmos pontos também são as marcas mais seguras da
gente, é, esses pontos mesmos são nossos estados mais sólidos.
Acho
que as férias são sempre um grande estímulo para que me surja a vontade de
escrever, a falta do que fazer somada a sensação dos finalmentes são
suficientes para que ideias e mais ideias surjam, pensamentos longos,
acelerados, enfim, de todos os tipos possíveis, há tanto tempo para isso nas
férias não é...
Mas
como uma boa pensadora, bastante calada diga-se de passagem ... andei pensando
que os finalmentes desse ano trazem um q especial de angústia, a qual surgiu da
mais uma vez impossibilitada possibilidade de concluir a minha graduação no ano
que está porvir, é, acho que tinha planos mais intensos de finalmentes para o
ano que vem, de repende me bateu uma sensação de inutilidade, perda de tempo, do
tipo: Mas pera aí, o que eu estou fazendo da vida...
Não
sei ainda como responder a esta pergunta, afinal saber o que se está fazendo da
vida não é apenas uma pergunta, carrega tantas mais, então, devo aproveitar as
caminhadas dessas férias para tentar construir respostas e por assim dizer
outras perguntas, coisas de quem adora caminhar com uns pontos de interrogação,
parece que eles movimentam, impulsionam os passos, por hora são tantos que
somente uma boa corrida pra dar um jeito ou quem sabe pesem ao ponto de ter que
ir a passos lentos, mas bom, espero que os dias de chuva sejam poucos e que
muitas caminhadas sejam possíveis para estes meses que estão por vir.

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