Haja vista que na maioria das vezes nem eu saiba do que estou falando, porém, faço da escrita uma forma de colorir/dar significado ao meu cotidiano, desta maneira, que não lhe importe o que estou querendo dizer, ou seja, que apenas lhe sirva ou não como objeto para alguma coisa, que seja, pra no final ficar incompreensível, desta forma, tenha certeza que este também é um dos objetivos... Porém, desta maneira, ou seja, que seja, desta forma produzir amarrações nas solturas cotidianas!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Vander Lee - Meu Jardim
Gira-Gira
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Para tudo que está Lado a Lado
de representar a vida como uma longa caminhada, ora estamos em linha reta, em
momentos nos retorcemos para fazer uma curva, andamos em círculos, mas o que dá
um gostinho especial para isso tudo é que dificilmente sabemos pra onde nossos
passos estão nos levando, mas precisamos sair, caminhar, se deparar com coisas
coloridas, acinzentadas, se estranhar com os lugares novos, viver coisas
diferentes, experimentar novos sabores, encantar-se, desencantar-se...
meio a isso tudo, nossos olhinhos brilham por algumas pessoas que parecem
querer dividir alguns passos desta caminhada conosco, pessoas que estão aí para
dividir cada coisinha que vamos encontrando, pessoas para viver junto, viver de
tudo, lágrimas, gargalhadas, dúvidas...
afinal o que se vive lado a lado nos marca em qualquer lugar que se esteja!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Infinito Particular
Pra quem não tem nada a esconder"
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Djavan - Nas ondas do mar e dos sons!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Quem sabe eu ainda sou uma garotinha [...] I Want to Break Free...
Barulho
Olha o barulho! Me sinto meio que no fantástico mundo de Bob, olhar o barulho? A passos lentos, som da televisão baixo porque como é tudo muito silencioso, qualquer talher que caia pode acordar alguém...
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Relax Take It Easy
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Lembranças - A nossa Música
Impossível ouvir a mesma música e não deixar-se arrepiar por melodias que outrora foram marcadas por lágrimas e alegrias, momentos que hoje transformam o silêncio em uma metamorfose de cenas, fantasias, utopias...
Ainda podemos lembrar dos momentos que nos encontramos e desencontramo-nos, mas dificilmente saberemos onde estes se efetivaram, exceto quando pudemos olharmo-nos e dividir traços do nosso encantamento ou quando o nosso amor excedeu-se e então tivemos que viver o nosso desencontro para que pudessemos nos encontrar e quem sabe um dia viver o nosso amor como um desencontro.
E a distância que nos propomos naquele último olhar nos jogou para outros lugares, outros olhares, outras músicas, mas ainda a cadeia de cenas e sons faz desta canção a nossa música, e bom, hoje já podemos nos olhar nos olhos e deixar-mo-nos lembrar com carinho dos nossos tempos, da nossa música.
Ausentamo-nos para viver a nossa presença
sábado, 4 de setembro de 2010
O SILÊNCIO

